Parabéns por abordar essa importante questão, que deve ser uma preocupação dos gestores, das autoridades e do cidadão da nossa terra! Tem muita coisa equivocada no trato com os interesses de Feira de Santana! Pra início de conversa, o título de Princesa do Sertão, é totalmente equivocado e descabido! Porque FSA BA nunca foi, não é, e nunca será sertão. Portanto, não tem como ser princesa do sertão! Sertão de fato é Canudos, Monte Santo, Valente, Cansanção, Queimadas, Araci, Tucano, Jōrro, Juazeiro, Jequié, Conquista e varias outras.. ! Este é um título totalmente descabido! FSA BA, tem sete distritos no Semiárido e dois numa região geográfica, que deveria ser chamada de "Recôncavo Norte", que são o Distrito Sede e o Distrito de Humildes!
Caro Maurício Borges,uma excelente matéria sobre uma ação devastadora em nossa cidade,com a destruição de antigos casarões que mostravam a história de Feira,em todos os níveis.Sempre disse que para o poder público,Feira de Santana não tem ou nõ deve ter cultura,memória histórica.A ultrapassada ideia de "cidade comercial",ainda está presente na mente daqueles que administram a cidade Princesa.. Como feirense nativo,sempre fui um crítico das políticas que não tratam a cidade como uma grande cidade,que está entre as trinta e cinco maiores do país.Certamente, em pouco tempo não teremos uma cidade com uma história.Teremos uma cidade construida para satisfazer a alguns políticos e a grupos econômicos. Parabéns pelo excelente trabalho.
Mas na verdade, Feira não foi construida com a intenção de ser histórica e sim de ser funcional. Sou nativo e sempre ouvi que tem mais cara de sudeste. Feira da orgulho porque, aos poucos, vai mostrando ao Brasil que a Bahia é mais do que Salvador representa e cá pra nós, o unico motivo daquilo tudo por lá é só o turismo mesmo e ninguém vai vir pra cá ver qualquer que seja o casarão, é só questão de lógica.
4 ปีที่แล้ว +9
Pelo amor de Deus... preservar o patrimônio histórico da cidade não tem nada a ver com turismo. Tem a ver com a preservação da _memória_ e da _identidade_ de nossa cidade. Qual é a identificação que o feirense vai ter com a própria cidade quando a nossa história é constantemente apagada e ignorada? Como é que uma cidade sem memória vai se desenvolver sem ninguém que se sinta ligado a ela? Fora que, se a gente for pelo aspecto puramente prático, é *burrice* ficar destruindo e reconstruindo a cidade a cada dez anos. É um desperdício de recursos que arrisca deixar a cidade estagnada. Além disso, dizer que Feira tem cara de sudeste é, primeiro, uma _ofensa_ a Feira e, segundo, um completo equívoco. Não é à toa que se chama a Princesa do Sertão: Feira de Santana é *Nordeste* , Feira _respira_ Nordeste. Feira é um caldeirão que mistura todo o tipo de gente de todos os cantos do Nordeste e isso gerou uma cultura e uma história _ricas_ , que, infelizmente, são completamente ignoradas por gente que, aparentemente, _morre de vontade_ de esquecer que Feira de Santana é uma cidade 100% nordestina. Ficar pagando pau pro sudeste só vai fazer a gente perder nossa própria identidade. *Nossa história importa. Nossa cultura importa.*
@ Lindo seu textão, muito poético. Mas talvez você não saiba que Feira é chamada de princesa do sertão por se destacar entre as cidades do interior do Norte e nordeste como sendo a maior economicamente. Quanto a preservação da cultura, sempre foi uma cidade comercial, ela se dá não só com as histórias de tropeiros que meu avô me conta e que contarei pra meu filho como também na revitalização do centro de abastecimento, tornando-o no maior shopping popular do nordeste, seguindo os moldes do sul a propósito, ou você não considera isso um tremendo de um patrimônio? Pelo que eu entendi só vale se for casarão? Quem se identifica com casarão? O cidade das compras representa muito mais Feira
4 ปีที่แล้ว +3
@@victoralves6265 Onde foi que eu disse que só casarão importa? Eu não sei como você entendeu que eu não ligo pro centro de abastecimento lendo o que eu escrevi. O centro de abastecimento é valiosíssimo, sim, e eu concordo que o comércio de Feira é parte do que define Feira (inclusive no nome). Mas dizer que o único motivo de preservar as relíquias arquitetônicas da cidade é turismo é absurdo e justificar dizendo que "Feira é uma cidade onde se trabalha" também. Uma coisa não exclui a outra. Dá pra ser uma cidade extremamente comercial e dinâmica ao mesmo tempo que você preserva sua história e sua memória -- São Paulo, Rio de Janeiro e até Salvador provam isso, pois são três cidades com uma economia bastante ativa que preservam a própria história.
@ Permaneço com minha posição porque a cultura de Feira é tão somente essa citada sinteticamente por você: "Feira é uma cidade onde se trabalha" e pelo que aprendi sempre foi assim, portanto há desleixo com a cultura de Feira? Na minha opinião, ver comparações como essa com cidades como São Paulo e Rio de Janeiro mostram o verdadeiro norte da princesa desde suas origens. Veja, o incendio do museu nacional do Rio é um desastre pelo simples fato de ser um museu de história brasileira, é amplo, se um casarão cair ninguém liga por não representar o que é Feira. Quando vou pra São Paulo, e espero que assim aconteça com Feira, eu quero ver arranha-céu, a 25 de março, a querida USP, essa é a cultura de lá, logo, em uma posição mais radical que com certeza não vai acontecer, pega esse dinheiro destinado as "relíquias arquitetônicas" e joga todo na UEFS, você veria um belo de um retorno cultural que fortaleceria o LEGADO CULTURAL da cidade, na minha opinião, o que mais importa.
Feira de Santana realmente é Nordeste e devemos ter orgulho disso, só não concordo muito com essa história de Princesa do Sertão, o centro da cidade parece muito mais com o Recôncavo Baiano do que com o Sertão, Humildes então nem se fala, alí é certeza que ainda faz parte do litoral.
Parabéns pela iniciativa.
Parabéns por abordar essa importante questão, que deve ser uma preocupação dos gestores, das autoridades e do cidadão da nossa terra!
Tem muita coisa equivocada no trato com os interesses de Feira de Santana!
Pra início de conversa, o título de Princesa do Sertão, é totalmente equivocado e descabido! Porque FSA BA nunca foi, não é, e nunca será sertão. Portanto, não tem como ser princesa do sertão!
Sertão de fato é Canudos, Monte Santo, Valente, Cansanção, Queimadas, Araci, Tucano, Jōrro, Juazeiro, Jequié, Conquista e varias outras.. !
Este é um título totalmente descabido!
FSA BA, tem sete distritos no Semiárido e dois numa região geográfica, que deveria ser chamada de "Recôncavo Norte", que são o Distrito Sede e o Distrito de Humildes!
Só o fato de demolir a casa que pertenceu a Chico Pinto, já mostra a estupidez.
Feira tinha um potencial turístico enorme, mas a população e poder público não estão interessados em preservar a memória da cidade.
Caro Maurício Borges,uma excelente matéria sobre uma ação devastadora em nossa cidade,com a destruição de antigos casarões que mostravam a história de Feira,em todos os níveis.Sempre disse que para o poder público,Feira de Santana não tem ou nõ deve ter cultura,memória histórica.A ultrapassada ideia de "cidade comercial",ainda está presente na mente daqueles que administram a cidade Princesa..
Como feirense nativo,sempre fui um crítico das políticas que não tratam a cidade como uma grande cidade,que está entre as trinta e cinco maiores do país.Certamente, em pouco tempo não teremos uma cidade com uma história.Teremos uma cidade construida para satisfazer a alguns políticos e a grupos econômicos.
Parabéns pelo excelente trabalho.
Temos q tentar mudar isso, mas como?
Gostei da matéria.
Tema super oportuno mas a matéria pobre.
Oi Adriano, tudo bem? Qual a sua sugestão para uma matéria melhor? Podemos trocar ideias se quiser. Abraço!
Rikelvin Cintra Santos Cintra oi
Mas na verdade, Feira não foi construida com a intenção de ser histórica e sim de ser funcional. Sou nativo e sempre ouvi que tem mais cara de sudeste. Feira da orgulho porque, aos poucos, vai mostrando ao Brasil que a Bahia é mais do que Salvador representa e cá pra nós, o unico motivo daquilo tudo por lá é só o turismo mesmo e ninguém vai vir pra cá ver qualquer que seja o casarão, é só questão de lógica.
Pelo amor de Deus... preservar o patrimônio histórico da cidade não tem nada a ver com turismo. Tem a ver com a preservação da _memória_ e da _identidade_ de nossa cidade. Qual é a identificação que o feirense vai ter com a própria cidade quando a nossa história é constantemente apagada e ignorada? Como é que uma cidade sem memória vai se desenvolver sem ninguém que se sinta ligado a ela?
Fora que, se a gente for pelo aspecto puramente prático, é *burrice* ficar destruindo e reconstruindo a cidade a cada dez anos. É um desperdício de recursos que arrisca deixar a cidade estagnada.
Além disso, dizer que Feira tem cara de sudeste é, primeiro, uma _ofensa_ a Feira e, segundo, um completo equívoco. Não é à toa que se chama a Princesa do Sertão: Feira de Santana é *Nordeste* , Feira _respira_ Nordeste. Feira é um caldeirão que mistura todo o tipo de gente de todos os cantos do Nordeste e isso gerou uma cultura e uma história _ricas_ , que, infelizmente, são completamente ignoradas por gente que, aparentemente, _morre de vontade_ de esquecer que Feira de Santana é uma cidade 100% nordestina. Ficar pagando pau pro sudeste só vai fazer a gente perder nossa própria identidade.
*Nossa história importa. Nossa cultura importa.*
@ Lindo seu textão, muito poético. Mas talvez você não saiba que Feira é chamada de princesa do sertão por se destacar entre as cidades do interior do Norte e nordeste como sendo a maior economicamente. Quanto a preservação da cultura, sempre foi uma cidade comercial, ela se dá não só com as histórias de tropeiros que meu avô me conta e que contarei pra meu filho como também na revitalização do centro de abastecimento, tornando-o no maior shopping popular do nordeste, seguindo os moldes do sul a propósito, ou você não considera isso um tremendo de um patrimônio? Pelo que eu entendi só vale se for casarão? Quem se identifica com casarão? O cidade das compras representa muito mais Feira
@@victoralves6265 Onde foi que eu disse que só casarão importa? Eu não sei como você entendeu que eu não ligo pro centro de abastecimento lendo o que eu escrevi. O centro de abastecimento é valiosíssimo, sim, e eu concordo que o comércio de Feira é parte do que define Feira (inclusive no nome).
Mas dizer que o único motivo de preservar as relíquias arquitetônicas da cidade é turismo é absurdo e justificar dizendo que "Feira é uma cidade onde se trabalha" também. Uma coisa não exclui a outra. Dá pra ser uma cidade extremamente comercial e dinâmica ao mesmo tempo que você preserva sua história e sua memória -- São Paulo, Rio de Janeiro e até Salvador provam isso, pois são três cidades com uma economia bastante ativa que preservam a própria história.
@ Permaneço com minha posição porque a cultura de Feira é tão somente essa citada sinteticamente por você: "Feira é uma cidade onde se trabalha" e pelo que aprendi sempre foi assim, portanto há desleixo com a cultura de Feira? Na minha opinião, ver comparações como essa com cidades como São Paulo e Rio de Janeiro mostram o verdadeiro norte da princesa desde suas origens. Veja, o incendio do museu nacional do Rio é um desastre pelo simples fato de ser um museu de história brasileira, é amplo, se um casarão cair ninguém liga por não representar o que é Feira. Quando vou pra São Paulo, e espero que assim aconteça com Feira, eu quero ver arranha-céu, a 25 de março, a querida USP, essa é a cultura de lá, logo, em uma posição mais radical que com certeza não vai acontecer, pega esse dinheiro destinado as "relíquias arquitetônicas" e joga todo na UEFS, você veria um belo de um retorno cultural que fortaleceria o LEGADO CULTURAL da cidade, na minha opinião, o que mais importa.
Feira de Santana realmente é Nordeste e devemos ter orgulho disso, só não concordo muito com essa história de Princesa do Sertão, o centro da cidade parece muito mais com o Recôncavo Baiano do que com o Sertão, Humildes então nem se fala, alí é certeza que ainda faz parte do litoral.